Presidente da RedeTV! do Brasil afirma que joint venture com SBT e Record é para acabar com injustiça de operadoras

O presidente da emissora de TV aberta RedeTV! Amilcare Dallevo Jr. foi o primeiro a se pronunciar sobre a tão falada joint venture com SBT e Record para venda de programação às operadoras e afirmou que não é justo as empresas estrangeiras (como HBO e Discovery) receberem pagamento por seus produtos ao contrário das emissoras abertas, que “geram milhares de empregos e arrecadam impostos no Brasil”.

O executivo, que será sócio-proprietário da nova programadora, acredita que a união das três emissoras irá facilitar a negociação de valores com as operadoras de TV paga após a transissão para o sinal digital, pois elas não tem experiência na venda de conteúdo. Ele afirmou ainda que a intenção não é praticar preços abusivos, apenas “cobrar um preço justo”, e assim melhorar a comunicação do país com uso do dinheiro para investir em jornalismo e dramaturgia e, consequentemente, diminuir o espaço ocupado pelas igrejas na TV.

Dallevo fez ainda uma estimativa dos valores envolvidos, que resultaria em uma receita para as emissoras maior que todo o faturamento anual da RedeTV!. A conta seria baseada em uma das maiores operadoras de TV, que faturou R$ 10 bilhões e lucrou R$ 3,3 bilhões em 2013, e se esta se dispusesse a pagar R$ 5 por assinante pela transmissão dos três canais abertos, a despesa anual seria de R$ 360 milhões, ou seja, uma queda de lucro de menos de 10%.

Presidente da RedeTV! do Brasil afirma que joint venture com SBT e Record é para acabar com injustiça de operadoras

O presidente da emissora de TV aberta RedeTV! Amilcare Dallevo Jr. foi o primeiro a se pronunciar sobre a tão falada joint venture com SBT e Record para venda de programação às operadoras e afirmou que não é justo as empresas estrangeiras (como HBO e Discovery) receberem pagamento por seus produtos ao contrário das emissoras abertas, que “geram milhares de empregos e arrecadam impostos no Brasil”.

O executivo, que será sócio-proprietário da nova programadora, acredita que a união das três emissoras irá facilitar a negociação de valores com as operadoras de TV paga após a transissão para o sinal digital, pois elas não tem experiência na venda de conteúdo. Ele afirmou ainda que a intenção não é praticar preços abusivos, apenas “cobrar um preço justo”, e assim melhorar a comunicação do país com uso do dinheiro para investir em jornalismo e dramaturgia e, consequentemente, diminuir o espaço ocupado pelas igrejas na TV.

Dallevo fez ainda uma estimativa dos valores envolvidos, que resultaria em uma receita para as emissoras maior que todo o faturamento anual da RedeTV!. A conta seria baseada em uma das maiores operadoras de TV, que faturou R$ 10 bilhões e lucrou R$ 3,3 bilhões em 2013, e se esta se dispusesse a pagar R$ 5 por assinante pela transmissão dos três canais abertos, a despesa anual seria de R$ 360 milhões, ou seja, uma queda de lucro de menos de 10%.