Para Eutelsat, Brasil deve usar satélite para acelerar migração para TDT

 

A operadora Eutelsat considera que o uso de satélite pode antecipar em até três anos o processo de migração para TDT no Brasil.  O modelo híbrido proposto pela Eutelsat, que combina redes terrestres e zonas cobertas por satélite, já foi escolhido pela Argentina e Venezuela.

 

Segundo Christoph Limmer, vice-presidente global de vendas e desenvolvimento comercial em vídeo da Eutelsat, “se o sistema fosse aplicado no Brasil, conseguiríamos reduzir o prazo provavelmente em dois ou três anos”, informou o site Telesintese.

 

Limmer mencionou a topografia da região como outro fator a ser levado em conta para incorporar a participação para as operadoras de satélite. O desafio está, segundo ele, na gestão do STBs e as antenas.

 

A companhia já começou a operar o satélite Eutelsat 65 West A, que cobre o Brasil e também América Latina, Caribe, parte dos Estados Unidos e Europa. O satélite está em operação na posição 65 ° Oeste, outorgada pela Anatel em 2013 e considerada uma das melhores para transmissão e recepção de sinais de TV pelas emissoras.

 

Na Argentina, o Governo utiliza os serviços do satélite Arsat para complementar a cobertura da TV digital em lugares onde não há redes terrestres.

 

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