Net, Sky e Telefônica do Brasil se unem contra joint venture entre SBT, Record e RedeTV!

Uma vez que as três emissoras brasileiras de televisão aberta SBT, Record e RedeTV! começaram a tentar formar uma joint venture para vender sua programação às operadoras após a conclusção da transisão para a televisão digital, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recebeu diversas propostas de rejeição da sociedade e agora uma delas uniu as operadoras rivais de TV por assinatura Net, Sky e Telefônica.

A fusão das companhias comandada pelos líderes do SBT e Record, Silvio Santos e Edir Macedo, foi proposta em julho com o objetivo de negociar o sinal com as operadoras, já que depois da transição para o digital elas não seriam obrigadas e ceder seu sinal gratuitamente (a Globo que tem a maior audiência de TV por assinatura já cobra pela cessão do sinal). As emissoras continuariam competindo entre si, mas juntas teriam poder de negociação maior com as operadoras.

Segundo o documento apresentado ao Cade pelas três operadoras rivais, a fusão das empresas pode levar a condutas abusivas e anticompetitivas, e elevarão o preço da assinatura causando a perda de assinantes. A Telefônica e a GVT, que acabam de se unir, fizeram uma projeção de perda, baseada na audiência das três emissoras, de mais de 1,4 milhões de clientes, o que seria uma catástrofe visto que as duas juntas possuem 1,8 milhões de assinantes no total. A associação de pequenos operadores, NeoTV, também se poscionou fortemente contra a fusão, afirmando que os sinais abertos são indispensáveis para a concorrência de uma operadora no mercado de TV paga e as de pequeno porte são essenciais para a competitividade do setor, sendo prejudicadas pelo aumento de preço que a fusão causaria.

Net, Sky e Telefônica do Brasil se unem contra joint venture entre SBT, Record e RedeTV!

Uma vez que as três emissoras brasileiras de televisão aberta SBT, Record e RedeTV! começaram a tentar formar uma joint venture para vender sua programação às operadoras após a conclusção da transisão para a televisão digital, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recebeu diversas propostas de rejeição da sociedade e agora uma delas uniu as operadoras rivais de TV por assinatura Net, Sky e Telefônica.

A fusão das companhias comandada pelos líderes do SBT e Record, Silvio Santos e Edir Macedo, foi proposta em julho com o objetivo de negociar o sinal com as operadoras, já que depois da transição para o digital elas não seriam obrigadas e ceder seu sinal gratuitamente (a Globo que tem a maior audiência de TV por assinatura já cobra pela cessão do sinal). As emissoras continuariam competindo entre si, mas juntas teriam poder de negociação maior com as operadoras.

Segundo o documento apresentado ao Cade pelas três operadoras rivais, a fusão das empresas pode levar a condutas abusivas e anticompetitivas, e elevarão o preço da assinatura causando a perda de assinantes. A Telefônica e a GVT, que acabam de se unir, fizeram uma projeção de perda, baseada na audiência das três emissoras, de mais de 1,4 milhões de clientes, o que seria uma catástrofe visto que as duas juntas possuem 1,8 milhões de assinantes no total. A associação de pequenos operadores, NeoTV, também se poscionou fortemente contra a fusão, afirmando que os sinais abertos são indispensáveis para a concorrência de uma operadora no mercado de TV paga e as de pequeno porte são essenciais para a competitividade do setor, sendo prejudicadas pelo aumento de preço que a fusão causaria.