Joint-venture de SBT, Record e RedeTV! do Brasil planeja ser programadora de canais pagos e produtora de conteúdo

A sociedade entre as emissoras abertas SBT, Record e RedeTV! planeja se tornar no futuro uma programadora de canais pagos e produtora de conteúdo audiovisual, como explica um pacote de documentos enviado ao Cade (Conselho Administrativo de Direito Econômico), que atualmente está analisando a criação da empresa. Os documentos também estimam que uma elevação de ao menos R$ 5 no preço da assinatura de TV será repassada aos clientes.

A companhia foi criada para que as emissoras vendam sua programação para as operadoras de TV paga após a migração dos sinais para o digital, gerando assim nova fonte de receita. A empresa também quer contornar a queda de audiência, enfrentar o monopólio das operadoras Net e Sky e se fortalecer frente à Globo. E no futuro poderá produzir conteúdo audiovisual diferente do ofertado pelas emissoras abertas e licenciá-los para operadoras e plataformas VOD como Net Now e OTTs como Netflix.

Segundo o portal Notícias da TV, outra intenção da empresa é criar canais pagos em associação com produtores de conteúdos estrangeiros, como a Globo faz com o Universal Channel, associação entre Globosat e NBCUniversal. A criação da empresa já foi aprovada, mas irá a tribunal pois a Sky e a Abta (Associação Brasileira de TV por Assinatura) recorreram da decisão por temerem uma prática de preços abusivos. A joint-venture afirma que não tem intenção de cobrar altos valores e sim resolver uma assimetria, uma vez que a Globo, por exemplo, já cobra pelo seu sinal.

Joint-venture de SBT, Record e RedeTV! do Brasil planeja ser programadora de canais pagos e produtora de conteúdo

A sociedade entre as emissoras abertas SBT, Record e RedeTV! planeja se tornar no futuro uma programadora de canais pagos e produtora de conteúdo audiovisual, como explica um pacote de documentos enviado ao Cade (Conselho Administrativo de Direito Econômico), que atualmente está analisando a criação da empresa. Os documentos também estimam que uma elevação de ao menos R$ 5 no preço da assinatura de TV será repassada aos clientes.

A companhia foi criada para que as emissoras vendam sua programação para as operadoras de TV paga após a migração dos sinais para o digital, gerando assim nova fonte de receita. A empresa também quer contornar a queda de audiência, enfrentar o monopólio das operadoras Net e Sky e se fortalecer frente à Globo. E no futuro poderá produzir conteúdo audiovisual diferente do ofertado pelas emissoras abertas e licenciá-los para operadoras e plataformas VOD como Net Now e OTTs como Netflix.

Segundo o portal Notícias da TV, outra intenção da empresa é criar canais pagos em associação com produtores de conteúdos estrangeiros, como a Globo faz com o Universal Channel, associação entre Globosat e NBCUniversal. A criação da empresa já foi aprovada, mas irá a tribunal pois a Sky e a Abta (Associação Brasileira de TV por Assinatura) recorreram da decisão por temerem uma prática de preços abusivos. A joint-venture afirma que não tem intenção de cobrar altos valores e sim resolver uma assimetria, uma vez que a Globo, por exemplo, já cobra pelo seu sinal.