Empresas do Brasil acreditam que OTT e VOD não eliminarão mas completam a TV paga

As plataformas de streaming de vídeo OTT e VOD não irão matar a TV por assinatura, e sim devem ser complementares a elas. Essa é a conclusão que chegaram algumas empresas do setor atuantes no Brasil durante debate no 29º Seminário Internacional da ABDTIC realizado pela Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e Comunicação e a Converge Comunicações nesta segunda (31/11) e terça-feira (01/12).

“A visão do apocalipse que o OTT vai matar a TV por assinatura não é factível”, disse o gerente jurídico da Fox Brasil, Rafael Crescente. O canal é um exemplo de como a TV tradicional pode trabalhar com o VOD e para o executivo ambas as plataformas são complementares e devem ser vistas como tal pelo assinante e pelo setor. O diretor de programação da América Móvil (Claro e Net) Fernando Magalhães também deixou claro que o investimento é nos próprios canais de VOD já que as operadoras não competem mais tanto entre si e sim com serviços como Netflix.

Crescente ainda completou que novos concorrentes de peso estão chegando no mercado brasileiro como Apple e Google, que tem a vantagem de serem donos também dos dispositivos na concorrência de plataformas. Durante o evento, a Ancine (Agência Nacional de Cinema) ainda deixou claro que está avançando com uma proposta de regulamentação para serviços VOD que deve ser analisada ainda este ano, onde serão debatidas as cotas e a importância dada aos conteúdos nacionais dentro das plataformas.

Empresas do Brasil acreditam que OTT e VOD não eliminarão mas completam a TV paga

As plataformas de streaming de vídeo OTT e VOD não irão matar a TV por assinatura, e sim devem ser complementares a elas. Essa é a conclusão que chegaram algumas empresas do setor atuantes no Brasil durante debate no 29º Seminário Internacional da ABDTIC realizado pela Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e Comunicação e a Converge Comunicações nesta segunda (31/11) e terça-feira (01/12).

“A visão do apocalipse que o OTT vai matar a TV por assinatura não é factível”, disse o gerente jurídico da Fox Brasil, Rafael Crescente. O canal é um exemplo de como a TV tradicional pode trabalhar com o VOD e para o executivo ambas as plataformas são complementares e devem ser vistas como tal pelo assinante e pelo setor. O diretor de programação da América Móvil (Claro e Net) Fernando Magalhães também deixou claro que o investimento é nos próprios canais de VOD já que as operadoras não competem mais tanto entre si e sim com serviços como Netflix.

Crescente ainda completou que novos concorrentes de peso estão chegando no mercado brasileiro como Apple e Google, que tem a vantagem de serem donos também dos dispositivos na concorrência de plataformas. Durante o evento, a Ancine (Agência Nacional de Cinema) ainda deixou claro que está avançando com uma proposta de regulamentação para serviços VOD que deve ser analisada ainda este ano, onde serão debatidas as cotas e a importância dada aos conteúdos nacionais dentro das plataformas.