A exigência de um STB híbrido para que possam ser captados os canais locais das emissoras de TV  aberta poderá inviabilizar economicamente o DTH. Essa posição é da Telefônica/Vivo e foi apresentada na consulta pública da Anatel, que modifica o regulamento do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado), informou o site da Telesíntese.

 

”Não é o SeaC que deve universalizar a radiodifusão”, alegou o grupo espanhol. Segundo a companhia, o Poder Público e os radiodifusores é que deveriam universalizar o serviço de TV aberta.  O prazo de contribuição à audiência pública foi encerrado no último domingo, 12 de junho.

 

Segundo o cálculo das operadoras de DTH, a distribuição de STBs híbridos pode custar R$ 625 milhões (€ 156,4 milhões), num momento em que o Brasil atravessa uma profunda crise econômica.

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