Desligamento analógico da cidade-piloto da TDT no Brasil ficou para 15 de fevereiro

O ministro das Comunicações André Figueiredo anunciou que o novo cronograma de desligamento analógico em Rio Verde (GO) ficará para 15 de fevereiro. Para conseguir cumprir o novo prazo (o original era 29 de novembro) e a meta de 93% de lares aptos para TDT, serão entregues conversores digitais também para famílias de baixa renda cadastradas no Cadastro Único, além do Bolsa Família.

Os novos conversores a serem entregues têm a versão mais simples possível, sem o software brasileiro de interatividade Ginga, criado especialmente para a TDT do país, e seu custo ser· coberto pela EAD (Entidade Administradora da Digitalização, criada pelas operadoras de telefonia móvel). Ainda é necessário fazer a cotação dos equipamentos e a distribuição começará em 10 dias, sendo esta medida válida somente para Rio Verde, a cidade teste da migração.

A EAD pretende que esta seja uma medida seja aplicada somente nas cidades em que é necessária a desocupação da faixa 700 MHz, já que no Brasil inteiro são mais de 25 milhões de cadastrados no Cadastro Único e não é possível distribuir receptores para todos, porém quais e quantas são essas cidades ainda precisa ser determinado pelo Gired, grupo de empresas responsável pela migração. O ministro também ressaltou mais uma vez que não existe a possibilidade de postergar a data final de migração de 31 de dezembro de 2018, quando a faixa deve ser liberada para as operadoras de celular.

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on Google+Print this pageEmail this to someone

Desligamento analógico da cidade-piloto da TDT no Brasil ficou para 15 de fevereiro

O ministro das Comunicações André Figueiredo anunciou que o novo cronograma de desligamento analógico em Rio Verde (GO) ficará para 15 de fevereiro. Para conseguir cumprir o novo prazo (o original era 29 de novembro) e a meta de 93% de lares aptos para TDT, serão entregues conversores digitais também para famílias de baixa renda cadastradas no Cadastro Único, além do Bolsa Família.

 

Os novos conversores a serem entregues têm a versão mais simples possível, sem o software brasileiro de interatividade Ginga, criado especialmente para a TDT do país, e seu custo ser· coberto pela EAD (Entidade Administradora da Digitalização, criada pelas operadoras de telefonia móvel). Ainda é necessário fazer a cotação dos equipamentos e a distribuição começará em 10 dias, sendo esta medida válida somente para Rio Verde, a cidade teste da migração.

 

A EAD pretende que esta seja uma medida seja aplicada somente nas cidades em que é necessária a desocupação da faixa 700 MHz, já que no Brasil inteiro são mais de 25 milhões de cadastrados no Cadastro Único e não é possível distribuir receptores para todos, porém quais e quantas são essas cidades ainda precisa ser determinado pelo Gired, grupo de empresas responsável pela migração. O ministro também ressaltou mais uma vez que não existe a possibilidade de postergar a data final de migração de 31 de dezembro de 2018, quando a faixa deve ser liberada para as operadoras de celular.

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on Google+Print this pageEmail this to someone